Plano feito longe da operação
A comunicação é planejada sem considerar a rotina real da pista e da loja.
Marketing conectado à realidade da operação. Feito por quem já fundou e operou posto, conveniência e varejo, não por quem aprendeu o negócio em briefing.
Se você reconhece uma, o resto da página é sobre isso.
A comunicação é planejada sem considerar a rotina real da pista e da loja.
Campanhas não chegam ao ponto de venda com consistência.
Redes sociais, materiais físicos, equipe e oferta operam de forma desconectada.
O posto gera fluxo, mas nem sempre transforma esse movimento em relacionamento e venda.
Mais de 20 anos de experiência prática somados em pista, loja de conveniência e varejo.
Não somos uma agência que também atende posto. Somos gente que fundou e operou o negócio por dentro: sentiu a margem apertar, viu a fila na conveniência e sabe o que a equipe consegue executar num sábado cheio. É esse repertório que transforma marketing em execução.

Josyannie Medeiros é profissional de marketing e varejo, com 12 anos em loja de conveniência. Construiu uma visão integrada entre marketing, operação e comercial: planejou e executou campanhas, eventos e ativações, liderou equipes e trabalhou exposição, mix e ponto de venda. Também atuou na redução de perdas e na eficiência da operação.
O diferencial dela: marketing só gera resultado quando a operação está preparada para entregar o que a comunicação prometeu.

Filipi Erthal cresceu no varejo supermercadista e no atacado de embalagens da família. Começou a carreira na indústria, liderando planejamento e controle da produção. Fundou o Soma Posto e viveu de perto a gestão do posto, a operação da conveniência e o relacionamento com o cliente. A trajetória passou também por alimentação, eventos e centros comerciais.
Somou experiências internacionais, com destaque para uma imersão de negócios na China, olhando varejo, consumo e tecnologia de outro ângulo.
Antes de qualquer post, entender a praça, a bandeira, a pista e a loja. O plano nasce do que a operação aguenta.
A mesma campanha no feed, no cartaz de bomba e na tela. O cliente vê uma coisa só.
A campanha só existe quando está na pista e na loja. A gente acompanha até chegar lá.
A resposta do consumidor volta pro plano. O que funcionou fica, o que não funcionou sai.
O passo 4 alimenta o 1. É ciclo, não linha de chegada.
Três delas carregam a campanha, no digital e na pista. As outras três entram quando o objetivo pede.
Planejamento e produção de conteúdo alinhados ao posicionamento, às campanhas e à rotina comercial do posto.
A dor real: sem presença ativa, o posto fica invisível fora do momento do abastecimento.
Desdobramento das campanhas em materiais que dão presença e clareza à oferta nos pontos de contato físicos e digitais.
A dor real: o posto negocia produto, cria promoção e baixa preço, mas o cliente não percebe. A campanha existe no planejamento e some no momento da compra.
Transformar os ativos e o fluxo do posto em uma plataforma de mídia relevante pra marcas, parceiros e consumidores: mapeamento dos pontos de contato, construção das oportunidades comerciais e dos formatos, integração entre campanha, presença física e mensuração.
A dor real: o posto recebe consumidores, motoristas e passageiros todo dia, mas boa parte dos espaços de comunicação está subutilizada ou cedida de graça às marcas.
O posto já tem audiência. O que falta é transformar essa atenção em receita.
Fazer a conta da minha audiênciaSeleção, briefing, acompanhamento e gestão de criadores coerentes com a marca, a praça e o objetivo de cada campanha. Escolher só pelo número de seguidores é pagar por visibilidade que não chega na sua região.
Foto e vídeo feitos no posto, pra conteúdo real, próprio e conectado à experiência do cliente. Muito posto tem boa estrutura e comunica tudo isso com imagem genérica, antiga ou sem padrão.
Ativações e eventos com escopo dimensionado conforme objetivo, público e estrutura necessária. Sem experiência, o posto é visto só como lugar de abastecer.
O evento não deve gerar apenas movimento. Precisa gerar relacionamento, venda e recorrência.
Dois números seus. A conta usa só o que você digitar, nada além disso.
São 12.000 pessoas por mês na frente da sua bomba. Hoje, esse espaço rende quanto?
Quero saber quanto vale essa audiênciaCom personalização por unidade quando a praça pedir. Bandeira, público e concorrência mudam de esquina pra esquina.
O formato que funciona numa loja vira produto de mídia vendável em toda a rede.
Não é um plano no papel esperando que cada gerente interprete do seu jeito.
Trabalhos conduzidos pela Josy e pelo Filipi, em posto e em rede de postos. Não é mockup: é loja cheia, equipe uniformizada e oferta chegando no posto. Aperte o play.
Cobertura do evento no posto fundado pelo Filipi. Estrutura montada na pista, público na loja e marca aparecendo no mesmo dia.
Assistir no YouTubeNa compra de 1 Monster + R$ 1,00, leva um pastel. Um criador que estava em um evento da cidade gravou a oferta e levou a campanha pra fora da pista.
No dia do sorteio, pista e loja cheias: família, perna de pau, balões. Um motivo pra ir ao posto sem precisar abastecer.
Frentista, produto e humor. O tipo de Reel que só sai de quem está na operação todo dia.
Sorteio para clientes, com a equipe entregando a surpresa à ganhadora. Data comercial trabalhada com experiência, não só desconto na bomba.
As ganhadoras do sorteio viveram um dia de beleza com parceiro local. O posto vira lembrança, não só parada pra abastecer.
Todo plano sai com conteúdo captado no posto, não de banco de imagem. A diferença está em quantos lugares a campanha chega.
Presença constante nas redes, com conteúdo captado no seu posto.
A campanha nas redes e no posto: kit promocional bimestral e influenciadores.
Todas as modalidades mais retail media: o fluxo do posto virando receita.
| Item | Valor | Condição |
|---|---|---|
| Pesquisa com consumidor | R$ 670,00 | Adicional |
| Diária de captação | R$ 970,00 | Adicional, por diária |
| Eventos | Sob orçamento | Adicional |
| Tráfego pago | Sob orçamento | Adicional |
Se a sua não está aqui, manda no WhatsApp. A resposta vem de quem já operou.
Perguntar no WhatsAppNão. A pista sozinha já gera fluxo e já tem espaço de mídia. Conveniência e cafeteria ampliam o que dá pra fazer com esse fluxo: mais motivo pra entrar, mais coisa pra vender pra quem já parou.
É tratar os espaços que o posto já tem, como bombas, telas, fachada, checkout e loja, como mídia. A gente mapeia esses pontos, monta os formatos e a oportunidade comercial pra marcas e parceiros, e mede o resultado. O que hoje é cedido de graça vira contrato.
A rede ganha um padrão de comunicação entre as lojas, com personalização por unidade quando a praça pedir. Retail media vira receita escalável em todas as unidades, e a execução é acompanhada loja a loja. Os planos têm personalização por loja pra redes.
A gente, no seu posto. É a captação in loco: os planos incluem meia diária ou uma diária de captação, e diárias extras entram como adicional (R$ 970,00 cada). Nada de banco de imagem fingindo ser a sua pista.
A cada dois meses, a campanha do período é desdobrada em 10 a 15 materiais gráficos pra pista e pra loja: cartaz de bomba, cavalete, adesivo, cartaz no checkout. A oferta que está no feed aparece na frente do cliente na hora em que ele decide.
Sim, como adicional, sob orçamento. O valor é definido junto com você, de acordo com o objetivo da campanha.
Eventos e ativações são orçados à parte, porque o escopo muda muito conforme objetivo, público e estrutura. A gente dimensiona junto e apresenta o orçamento antes de qualquer coisa.
Uma conversa no WhatsApp pra entender a sua operação e dizer, com franqueza, como ajudar.
Falar com a Erthal&Co